Nesta semana acontecem duas datas importantes na tentativa de coscientização para a preservação do meio ambiente. Hoje é o dia mundial da água, quando entidades, veículos midiáticos e diversas organizações convidam a sociedade para refletir a respeito do futuro do meio-ambiente. E no próximo sábado, dia 27 de março, a WWF promove a quarta edição da Hora do Planeta. Neste evento os participantes deverão apagar as luzes do local em que estiver das 20h30min às 21h30min (horário de Brasília). Com isso a WWF espera, além da economia dos recursos, fazer disso um exemplo para líderes ao redor do planeta na luta contra o aquecimento global.
A Hora do Planeta começou em 2007 apenas em Sidney, na Austrália. No ano seguinte, 371 cidades participaram e em 2009, primeiro ano da participação brasileira, mais de 4.000 cidades em 88 países participaram. Além da adesão de famosos e grandes empresas, grandes monumentos ao redor do mundo, como o Cristo Redentor, Torre Eiffel, o Coliseu e a Times Square também serão apagados. Curitiba também participa pela segunda vez do evento, apagando as luzes de monumentos e pontos turísticos. Neste ano a WWF espera atingir um milhão de pessoas. Para isso conta com filmes e uma ação em redes sociais.
Nós da CAPITAL PUBLICIDADE entendemos a importância que uma ação global como esta possui, e que o foco da campanha não é a “vilanização” da energia elétrica, mas sim seu uso desmedido. E devemos levar o exemplo dessa ação para o nosso comportamento em geral, senão ele se tornará uma “coisa legal” pra exibir no twitter, Facebook e etc.
Nesta quarta-feira (10/03) a ABAP – Associação Brasileira das Agências de Publicidade – e a ABA – Associação Brasileira dos Anunciantes – defenderam a publicidade e os publicitários num evento realizado em São Paulo. Na ocasião, lançaram outros filmes da campanha “Propaganda. Faz Diferença”, que está no ar desde Janeiro e tem como objetivo valorizar e defender a propaganda . O esforço conjunto (e inédito, já que é a primeira vez que trabalham juntas em uma campanha) das associações contará com anúncios para rádio e televisão, além de peças para mídia exterior e digital. . E apesar de recente, os motivos que levam à criação desta campanha começaram a surgir décadas atrás.
Por exemplo, médicos apareciam em propagandas de cigarro advertindo ao fumante que fumar era sim, boa ideia. Ainda a respeito dos cigarros, personagens do desenho animado Os Flinstones já foram parar em comerciais de televisão promovendo o uso dos mesmos. Qualquer um que, com o auxílio da internet, procure por tais anúncios pode encontrá-los sem dificuldade. Outro exemplo, este mais recente, vem de grupos de culture jamming e subvertising, cujos integrantes tem como alvo a ordem ideológica, economia e/ou política de uma sociedade. Como a sua mensagem é passada através da apropriação de espaços publicitarios, outdoors e frontlights sendo os mais visados, tanto o veículo quanto o anunciante são prejudicados. Como se vê, não é de hoje que se foi feito mau uso da propaganda e nem mesmo os próprios anúncios estão livres de ataques. De uma maneira mais simples, diríamos que depois de tanto apanhar, a publicidade resolveu se defender.
E não está sozinha, as emissoras apóiam esta iniciativa. A criação e a divulgação da campanha são feitas voluntariamente, o que é um indicativo das boas qualidades e o poder da publicidade. Ou seja, muitos acreditam na propaganda, e nós da CAPITAL PUBLICIDADE apostamos que o seu cliente é um deles. E se você ainda tem dúvidas, venha falar conosco. Uma conversa franca com uma agência pode ser o começo para a nova alma do seu negócio: a propaganda.
Sem mais, convidamos o leitor a se tornar espectador e conferir o canal da agência que assina a campanha – os filmes são os que estampam “ABA” e “Abap” no título.
Dinâmica e forte ilustração do galo, animal que é símbolo da publicidade, por Jason Lynch.
Este é o termo usado por Biz Stone, um dos co-fundadores do Twitter, para descrever a maneira na qual as mensagens de 140 caracteres são transformadas em algo de real valor. Ele cita uma situação hipotética para deixar claro o que quis dizer. Imagine que você está tomando um drinque em um aeroporto, num de seus bares ou restaurantes, enquanto espera para pegar seu voo. Um tweet é mandado por você, explicando a situação: onde está e o que está bebendo. Talvez, ele diz, você não receba resposta alguma, mas também é possível que um de seus contatos no Twitter esteja no mesmo aeroporto, ao mesmo tempo. Assim que o seu tweet for visto ele aparece para te cumprimentar. Desta maneira, o que seria um momento solitário, quase que magicamente, é transformado em um agradável encontro. E para os mais desavisados o termo de Stone parece ser apropriado não apenas para o que acontece com o Twitter.
Não entenda mal, o crescimento das redes de relacionamento é um fenômeno digno de nota. Só não existe nada de mágica ou alquimia, sequer é a primeira vez que este tipo de efeito de rede acontece. Na verdade, o termo “efeito de rede” foi cunhado para descrever a rápida difusão dos telefones. Quando eles ainda eram novidade, poucos eram os usuários. E por uma razão além da financeira, já que não se pagava aquilo que pagamos hoje por uma linha. Os usuários eram poucos por uma razão social. O valor de uma rede de comunicações para o usuário da mesma é diretamente proporcional ao número de pessoas à ela conectada. Isto implica que a audiência de uma rede apresenta baixos números no começo e depois cresce a passos largos atingido um certo ponto. Jeff Weiner, chefe executivo da Linked-In, que hoje conta com cerca de cinqüenta e oito milhões de membros, diz que a companhia esperou dezesseis meses para atingir o seu primeiro milhão de usuários. O mais recente milhão adicional veio em um período de onze dias. Foram quase cinco anos para o Facebook atingir a marca de cento e cinqüenta milhões de usuários. Oito meses depois este número tinha dobrado e hoje, aos seis anos de idade a rede social possui quatrocentos milhões de usuários cadastrados em todo o mundo. Então, como vimos, o comportamento de efeito de rede se aplica para as comunidades da internet. A diferença deste para o da telefonia é a velocidade de adesão de seus membros.
“O telefone levou 89 anos para atingir 150 milhões de usuários; a televisão, precisou de 40; o celular, de 15, mas o Facebook superou essa marca em apenas cinco anos”, diz Soumitra Dutta, professor de negócios e tecnologia da Roland Berger e reitor de relações internacionais da Insead, escola de negócios européia. O alcance global da internet amplifica o efeito de rede. A queda dramática dos custos de manutenção e aquisição do equipamento necessário para armazenar e processar dados também beneficia a safra recente de redes sociais. Elas também puderam contar com programas grátis e de código aberto para construir sistemas que precisam ter sua capacidade aumentada rápida e facilmente – algumas destas soluções desenvolvidas pelos próprios times de programadores delas. Desta maneira as pessoas podem fazer verdadeiros diários multimídia de suas vidas, com capacidade de publicar fotos de alta definição e vídeos de longa duração, tudo isso com um detalhado sistema de controle de privacidade. E conectar-se com outras pessoas não é a única coisa que é possível de ser feita nos 176 Facebooks, Myspaces e Orkuts espalhados por aí. Programadores independentes podem criar programas, conhecidos como aplicativos, que neles funcionam e vão de trivialidades como avatares animados dos usuários à agregadores de interessados em empreendimentos filantrópicos. Terceiros desenvolvendo aplicativos deixam as redes livres para concentrarem-se em inovações que encorajem ainda mais o compartilhamento e a interação social.
E você? Depois de conhecer um pouco mais sobre o comportamento das redes, está encorajado a compartilhar e interagir com o consumidor da sua marca? Entre em contato com a CAPITAL PUBLICIDADE, já que não é preciso uma pedra filosofal para transformar uma oportunidade em ouro.
Caminhar nu pela Marechal em carnavais passados, talvez fosse um ato solitário e entediante pela falta de olhares curiosos e as ruas desertas. Neste ano, os hotéis do centro da cidade estão comemorando os bons negócios e a lotação de seus estabelecimentos.
Cerca de 65 mil turistas foram esperados em Curitiba para o Carnaval. Mas não pense que o motivo dessa procura é o desfile das escolas de samba paranaenses na Avenida Cândido de Abreu.
O Psycho Carnival, festival de música em sua 11ª edição, atraiu esse ano cerca de 8 mil pessoas que movimentaram o mercado local. Paulistas e cariocas fogem do caos de suas metrópoles e buscam a ópera de arame, o jardim botânico, o bosque alemão e o sem-número de parques da nossa cidade, privilegiando o bem-estar e programas para curtir em família. Bailes como nos tempos de antigamente foram promovidos pela Sociedade Morgenau, clube Santa Mônica e Paraná Clube. Quem procurou tranqüilidade e programas alternativos, achou em Curitiba uma ótima opção de lazer. Ou de fé. O Cenáculo Arquidiocesano do Santíssimo Sacramento promoveu seu retiro de carnaval, assim como a Comunidade Católica Shalom e o Santuário Nossa Senhora Perpétuo Socorro. Crentes pentecostais puderam conferir o Retiro de Carnaval Underground, na Chácara Recanto de Ágape e os bailes do Gabaon 2010, promovidos pela Renovação Carismática Católica da Arquidiocese de Curitiba.
Dentro desse contexto do período carnavalesco, novos serviços e negócios desacreditados podem superar expectativas. Surpreenda e ofereça as melhores alternativas para os anti-foliões, esse novo perfil de turista na cidade de Curitiba. O ano começa agora, mas a contagem regressiva para o próximo carnaval já começou.
A CAPITAL PUBLICIDADE é a melhor agência do mundo porque é nela que estamos. Sim, nós, as pessoas dispostas a dar à sua marca a imagem que ela merece – acredite, por vezes chegamos a pensar que apenas nós e você neste mundo sabemos o quanto foi investido para que ela, a sua marca, tenha chegado aonde chegou. O seu passado não aconteceu à toa, né. E nem será à toa que faremos com que tantas coisas boas, que ainda estão por vir, aconteçam.
A garantia para isso é ninguém aqui acreditar em conceitos estáticos como “auge” ou “máximo”. Este tipo de coisa só serve para frear o crescimento e a mudança contínuos que fizeram da sua marca (e de gente como nós) motivo de orgulho.
Claro que existem empresas mais antigas, aglomerando clientes e ostentando por aí sua vasta experiência [carece de fontes] para quem quiser ouvir. Nossa opinião? Isto pouco tem a ver com a capacidade ou a importância delas. Basicamente, deixamos os outros levarem vantagem na largada: temos as portas abertas desde 2010.
Então, na próxima vez em que tiver contato com sua agência – ou com aquele seu sobrinho que manja dos [sic] photoshop – se pergunte se você vê alguém como nós. E em caso de dúvida, qualquer uma, venha falar conosco – até mesmo se duvidar da gente, já que adoraríamos te provar tudo o que você leu aqui.
- a diretoria
Capital Publicidade
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