Capital Publicidade
  • Mídias Sociais
  • março22nd

    Nesta semana acontecem duas datas importantes na tentativa de coscientização para a preservação  do meio ambiente. Hoje é o dia mundial da água, quando entidades, veículos midiáticos e diversas organizações convidam a sociedade para refletir a respeito do futuro do meio-ambiente. E no próximo sábado, dia 27 de março, a WWF promove a quarta edição da Hora do Planeta. Neste evento os participantes deverão apagar as luzes do local em que estiver das 20h30min às 21h30min (horário de Brasília). Com isso a WWF espera, além da economia dos recursos, fazer disso um exemplo para líderes ao redor do planeta na luta contra o aquecimento global.

    A Hora do Planeta começou em 2007 apenas em Sidney, na Austrália. No ano seguinte, 371 cidades participaram e em 2009, primeiro ano da participação brasileira, mais de 4.000 cidades em 88 países participaram. Além da adesão de famosos e grandes empresas, grandes monumentos ao redor do mundo, como o Cristo Redentor, Torre Eiffel, o Coliseu e a Times Square também serão apagados. Curitiba também participa pela segunda vez do evento, apagando as luzes de monumentos e pontos turísticos. Neste ano a WWF espera atingir um milhão de pessoas. Para isso conta com filmes e uma ação em redes sociais.

    Nós da CAPITAL PUBLICIDADE entendemos a importância que uma ação global como esta possui, e que o foco da campanha não é a “vilanização” da energia elétrica, mas sim seu uso desmedido. E devemos levar o exemplo dessa ação para o nosso comportamento em geral, senão ele se tornará uma “coisa legal” pra exibir no twitter, Facebook e etc.

  • fevereiro26th

    Este é o termo usado por Biz Stone, um dos co-fundadores do Twitter, para descrever a maneira na qual as mensagens de 140 caracteres são transformadas em algo de real valor. Ele cita uma situação hipotética para deixar claro o que quis dizer. Imagine que você está tomando um drinque em um aeroporto, num de seus bares ou restaurantes, enquanto espera para pegar seu voo. Um tweet é mandado por você, explicando a situação: onde está e o que está bebendo. Talvez, ele diz, você não receba resposta alguma, mas também é possível que um de seus contatos no Twitter esteja no mesmo aeroporto, ao mesmo tempo. Assim que o seu tweet for visto ele aparece para te cumprimentar. Desta maneira, o que seria um momento solitário, quase que magicamente, é transformado em um agradável encontro. E para os mais desavisados o termo de Stone parece ser apropriado não apenas para o que acontece com o Twitter.

    Não entenda mal, o crescimento das redes de relacionamento é um fenômeno digno de nota. Só não existe nada de mágica ou alquimia, sequer é a primeira vez que este tipo de efeito de rede acontece. Na verdade, o termo “efeito de rede” foi cunhado para descrever a rápida difusão dos telefones. Quando eles ainda eram novidade, poucos eram os usuários. E por uma razão além da financeira, já que não se pagava aquilo que pagamos hoje por uma linha. Os usuários eram poucos por uma razão social. O valor de uma rede de comunicações para o usuário da mesma é diretamente proporcional ao número de pessoas à ela conectada. Isto implica que a audiência de uma rede apresenta baixos números no começo e depois cresce a passos largos atingido um certo ponto. Jeff Weiner, chefe executivo da Linked-In, que hoje conta com cerca de cinqüenta e oito milhões de membros, diz que a companhia esperou dezesseis meses para atingir o seu primeiro milhão de usuários. O mais recente milhão adicional veio em um período de onze dias. Foram quase cinco anos para o Facebook atingir a marca de cento e cinqüenta milhões de usuários. Oito meses depois este número tinha dobrado e hoje, aos seis anos de idade a rede social possui quatrocentos milhões de usuários cadastrados em todo o mundo. Então, como vimos, o  comportamento de efeito de rede se aplica para as comunidades da internet. A diferença deste para o da telefonia é a velocidade de adesão de seus membros.

    “O telefone levou 89 anos para atingir 150 milhões de usuários; a televisão, precisou de 40; o celular, de 15, mas o Facebook superou essa marca em apenas cinco anos”, diz Soumitra Dutta, professor de negócios e tecnologia da Roland Berger e reitor de relações internacionais da Insead, escola de negócios européia. O alcance global da internet amplifica o efeito de rede. A queda dramática dos custos de manutenção e aquisição do equipamento necessário para armazenar e processar dados também beneficia a safra recente de redes sociais. Elas também puderam contar com programas grátis e de código aberto para construir sistemas que precisam ter sua capacidade aumentada rápida e facilmente – algumas destas soluções desenvolvidas pelos próprios times de programadores delas. Desta maneira as pessoas podem fazer verdadeiros diários multimídia de suas vidas, com capacidade de publicar fotos de alta definição e vídeos de longa duração, tudo isso com um detalhado sistema de controle de privacidade. E conectar-se com outras pessoas não é a única coisa que é possível de ser feita nos 176 Facebooks, Myspaces e Orkuts espalhados por aí. Programadores independentes podem criar programas, conhecidos como aplicativos, que neles funcionam e vão de trivialidades como avatares animados dos usuários à agregadores de interessados em empreendimentos filantrópicos. Terceiros desenvolvendo aplicativos deixam as redes livres para concentrarem-se em inovações que encorajem ainda mais o compartilhamento e a interação social.

    E você? Depois de conhecer um pouco mais sobre o comportamento das redes, está encorajado a compartilhar e interagir com o consumidor da sua marca? Entre em contato com a CAPITAL PUBLICIDADE, já que não é preciso uma pedra filosofal para transformar uma oportunidade em ouro.